Transporte de Vacinas: Dicas para evitar problemas - Sensorweb

Solução Prática para o Monitoramento de Temperatura

Transporte de Vacinas: Dicas para evitar problemas

Transporte de Vacinas: Dicas para evitar problemas

Por Douglas Pesavento em 15/05/2014.

Um bom transporte é um aspecto essencial na vida útil de qualquer produto. Imagine então em casos onde produtos necessitam de cuidados especiais com a temperatura: este nível de importância e criticidade é ainda maior.

Itens como vacinas, medicamentos e alimentos (congelados ou não), precisam essencialmente que suas temperaturas sejam mantidas em faixas ideais ao longo de todo o trajeto em que são transportados – além de, é claro, serem necessários todos os cuidados com bom embalo e manuseio.

Mas como podemos garantir que uma vacina que recebemos foi bem acondicionada (normalmente entre 2 e 8°C) ao longo do transporte, estando em condições plenas de ser aplicada? Esta dúvida causa desconforto tanto no usuário da vacina (a quem ela é aplicada) como nos responsáveis ( como produtores, fornecedores, clínicas e hospitais).

Não há hoje no mercado uma gama de ferramentas muito vasta que garanta, de ponta a ponta, que as vacinas foram bem conservadas em seu transporte. O que o mercado oferece hoje, principalmente, nos mune de procedimentos que reduzem as chances de as vacinas sofrerem danos, além de nos comunicar caso algum desvio de temperatura foi identificado em transporte.

Dentre as opções para otimizar a qualidade e confiabilidade do transporte de vacinas, principalmente quanto a conservação de temperaturas, vale mencionar algumas ferramentas que podem ser úteis, sendo algumas apresentadas em nosso E-book “Métodos para um Controle Eficaz de Temperaturas” e outras que serão abordadas em posts futuros:

  • Maletas ou Caixas Térmicas
  • Transportes Frigorificados
  • Acumuladores Térmicos
  • Termômetros Digitais
  • Termômetros Infravermelhos
  • Etiquetas Térmicas
  • Dataloggers

Além destas ferramentas, vale destacar a importância de uma equipe bem treinada e um procedimento bem estruturado para evitar problemas, tanto no caso dos produtores, como dos transportadores e da própria equipe que recebe as vacinas onde ela será armazenada e aplicada. Ao receber um lote de vacinas, é muito importante uma conferência minuciosa dos produtos e seu estado de conservação, cabendo se atentar para os seguintes fatos:

– Verificar a condição da embalagem ou caixa que armazenava as vacinas (se está com boa aparência, se apresenta algum dano, se está aberta);
– Condição do gelo ou de outro acumulador térmico (caso utilizado) dentro do local de armazenamento (se há gelo derretido ou acumulador térmico fora da temperatura ideal);
– Verificar a conservação dos rótulos e adesivos contidos nas próprias vacinas, se algum sofreu dano, desmanche, rasura ou se foi descolado;
– Conferir os prazos de validade das vacinas, se estão dentro do ideal;
– Avaliar os aspectos das próprias substâncias nas vacinas (se há alguma alteração de cor ou condição indevida).

Lembre-se, uma vez identificado algum problema ao conferir as vacinas no recebimento, recuse o lote e comunique os responsáveis pelo fornecimento e transporte das vacinas. Não podemos deixar de dar a devida importância para a saúde e a conservação destes insumos. Caso tenha interesse em saber mais sobre a conservação de vacinas, acesse nosso “Guia de Boas Práticas em Conservação de Vacinas“.

Gostaria de dicas na conservação de vacinas?Baixe aqui o Guia elaborado pela SensorWeb.

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