IoT: a tecnologia por trás do monitoramento – Parte 2 - Sensorweb

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IoT: a tecnologia por trás do monitoramento – Parte 2

IoT: a tecnologia por trás do monitoramento – Parte 2

Por Eduardo Leal em 02/09/2015.

Sensores

Na parte 1 desta série, discutimos a respeito da tecnologia de monitoramento contínuo como um conceito proveniente da Internet das Coisas (IoT na sigla em inglês), um dos temas mais discutidos no mercado.
Tecnologias como os sensores RFID, que fazem identificação por radiofrequência; redes ubíquas, que tornam a interação do homem com o computador invisível; o protocolo de internet IPv4 atualizado para a versão IPv6, que torna quase infinito o número de IPs possíveis – embora distintas e com focos bastante específicos – essas tecnologias têm na Internet das Coisas (IoT) o seu ponto em comum.
Certamente você já ouviu falar nisto: a Internet das Coisas (IoT) é um conceito que trata da aplicação da tecnologia em nosso cotidiano, desenvolvendo um processo de pré-programação dos objetos, de modo que eles desenvolvam tarefas de modo independente – ou seja: sem que haja a necessidade de que alguém, a cada vez, acione manualmente um controle, seja ele de liga/desliga ou on/off, por exemplo. É um conceito que otimiza o nosso ritmo de vida, poupando-nos o tempo dedicado à operação das máquinas de uso cotidiano.

Em resumo e como vimos na parte anterior desta série, a Internet das Coisas (IoT) torna possível fazer o monitoramento de todo o tipo de situação, objeto ou corpo por meio de dados captados por sensores e microchips sem a direta participação de humanos em processos rotineiros, gerando economia e aumento de produtividade quando se trata de rotinas produtivas.
O cenário é tão real que hoje é possível atribuir um endereço IP para cada coisa que existe no planeta Terra. Mas para entender melhor toda essa revolução, vamos estudá-la em partes. Vamos falar das três mais conhecidas tecnologias e sistemas que existiram e ainda existem no mundo.

LAN

Rede cabeada

De modo simples, são redes formadas por cabos, que saem de um modem ou suíte para um ou mais computadores. Também conhecida como LAN com fio trata-se de um tipo de rede que, como qualquer outra, apresenta vantagens e desvantagens.
Dentre os prós, uma rede cabeada é livre de interferência e perda de sinal, tem um custo menor e ainda é considerada uma rede muito segurança, em especial quando há necessidade de acesso a um grande volume de dados, gráficos ou arquivos. A conectividade por ela é, também, considerada mais “estável”.
Mas existe os contras, e dentre eles podemos afirmar que há uma maior dificuldade na instalação e um grande risco no gerenciamento da mesma. Pois, basta que um cabo se quebre ou seja danificado para que toda a rede “caia” ou corra o risco de ficar comprometida. Além disso, a área de cobertura é limitada pela extensão dos cabos ou melhor dizendo, sem cabo, sem conectividade, sem redes.

wifi

Wi-Fi

De forma, simples e direta, o Wi-Fi é um termo aplicado para definir determinados tipos de redes locais sem fio (WLAN) que utilizem em suas especificações a família 802.11.
Trata-se de um tipo de rede amplamente conhecido e muito utilizado em empresas, agências, escolas e em nossas casas como uma alternativa a uma LAN com fio (ou rede cabeada, como acabamos de ver). Muitos aeroportos, hotéis e instalações de fast-food oferecem acesso público as redes Wi-Fi, pois uma área interligada de pontos de acesso nessa linha é conhecida como uma “zona quente”.
Sem a proteção adequada, uma rede Wi-Fi pode ficar suscetível ao acesso de usuários não autorizados – este é o seu maior ponto negativo da rede, mas simples de se resolver.
De onde vem esse termo, Wi-Fi? O termo Wi-Fi estabelece uma aliança com Hi-Fi, abreviação de “alta fidelidade”, que se refere à reprodução de áudio de alta qualidade. Da mesma forma, Wi-Fi é muitas vezes pensado wireless fidelity, ou seja, como “padrão para wireless fidelity”. Um bom slogan para essa rede, não concorda?

gsm

GSM

O GSM (Sistema Global para Comunicações Móveis) é um sistema de telefonia móvel digital, amplamente utilizado em diversas partes do mundo. O GSM utiliza uma variação de Time Division Multiple Access (TDMA), sendo o mais conhecido dentre as três tecnologias de telefonia sem fios digitais (TDMA, GSM, CDMA).
De modo sucinto, o GSM digitaliza e comprime os dados, enviando-os, em seguida, para um canal com dois outros fluxos de dados do usuário, cada um com seu intervalo de tempo.
Serviços móveis baseados em tecnologia GSM foram lançados pela primeira vez na Finlândia, em 1991. Hoje, há mais de 690 redes móveis que prestam serviços GSM em mais de 200 países, o que representa mais 80% de todas as conexões móveis no mundo. Ou seja, se você estiver lendo esse texto agora no seu celular é bem provável que o mesmo opere com essa tecnologia, principalmente se você não estiver conectado a nenhuma rede Wi-Fi.
Como muitas operadoras da rede GSM têm acordos de roaming com operadoras estrangeiras (roaming de dados significa que seu telefone está usando uma rede celular que não pertence à sua operadora para receber e enviar dados), os usuários geralmente podem continuar usando seus aparelhos quando viajam para outros países.

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