Por que o Monitoramento de Temperatura é fundamental na área da saúde? - Sensorweb

Solução Prática para o Monitoramento de Temperatura

Por que o Monitoramento de Temperatura é fundamental na área da saúde?

Por que o Monitoramento de Temperatura é fundamental na área da saúde?

Por Sensorweb em 10/04/2017.

No nosso último post, demos início a uma ~nova era~ no blog da Sensorweb (afinal, de Tecnologia e Internet das Coisas para a Saúde nós entendemos!). Além de um reposicionamento na forma como passamos o conteúdo para vocês que nos acompanham, começamos com o pé direito oferecendo, com muito carinho, um resumão prático e objetivo sobre o que é, de fato, Monitoramento de Temperatura e para o que ele serve.

Pois bem. Como desse assunto – e da sua importância na área da saúde, especialmente – a gente entende, neste momento achamos que era mais do que conveniente bater um papo sobre exatamente isso e te convencer, de uma vez por todas, do quanto o monitoramento de temperatura é fundamental na área da saúde.

Com o desejo de que o nosso blog seja cada vez mais útil para você, te convidamos a embarcar com a gente nessa jornada. Vamos nessa?! 🙂

9 dicas monitoramento temperatura contínuo

Termolábeis x Imunobiológicos

Antes de mais nada, achamos importante reforçar (uma vez que já falamos sobre eles aqui) o que são medicamentos termolábeis e medicamentos imunobiológicos.

Os termolábeis são produtos sensíveis a condições extremas de temperatura, cuja exposição a essas condições pode prejudicar suas propriedades farmacológicas e, logo, seu efeito desejado. Supositórios e vacinas são excelentes exemplos deste tipo de medicamento.

Já os imunobiológicos (também chamados de modificadores de resposta biológica ou BRM) são considerados um dos maiores avanços da história da medicina, sendo responsáveis pela melhora considerável da saúde da população mundial. Eles são uma modalidade terapêutica que utiliza mecanismos de ativação do próprio sistema imunológico no combate a processos inflamatórios auto-imunes ou a anormalidades celulares específicas – doenças crônicas – e são desenvolvidos a partir da biologia molecular. O mais importante a observar é que essas medicações são desenvolvidas para atingir as moléculas específicas do sistema imunológico que são responsáveis pelo surgimento de certas patologias. É por isso que doenças como câncer (em alguns casos), artrite reumatoide, lúpus e psoríase, por exemplo, são tratadas com esse tipo de medicamento.

chegada

Mas, peraí, Sensorweb. Onde você quer chegar?!

Pois te respondemos prontamente: não tem como falar em monitoramento de temperatura na área da saúde em geral – e isso inclui hospitais, consultórios, clínicas, farmácias, etc. – sem falar nesses medicamentos. Afinal, a saúde – e até mesmo a vida – de pacientes no mundo inteiro depende do seu correto armazenamento. E é aí que entramos em uma questão ainda mais profunda: o desperdício de medicamentos.

Nesse aspecto, os dados no Brasil são alarmantes: estima-se que, anualmente, cerca de R$ 1 bilhão em medicamentos são jogados no lixo em nosso país. O mais preocupante é que as principais causas dessa triste realidade podem ser facilmente contornadas. Isso porque elas variam entre compra de grandes estoques, má distribuição e (pimba! voltamos ao ponto de partida!) armazenamento inadequado.

Não adianta armazenar e não monitorar

A temperatura é a condição ambiental diretamente responsável pelos maiores números de alterações e deteriorações em medicamentos termolábeis e imunobiológicos. Para se ter uma ideia, esse fator pode (sim!) causar um retrocesso no tratamento de pacientes – e isso é muito grave. Vem daí a necessidade extrema de um controle rigoroso em sua temperatura, especialmente no que diz respeito à conservação e manipulação.

riscos

Valor x investimento

Uma questão preocupante quando o assunto é investimento em monitoramento (ou o controle rigoroso da temperatura, como falamos ali em cima), é que muitas instituições alegam que pagar por uma solução automatizada, que monitore e registre as temperaturas, seja no transporte ou no estoque, online e por um período de 24 horas, não compensa. Ledo engano.

Baseados em informações enviadas por nossos clientes e em estudos aprofundados, concluímos que o investimento em sistemas automáticos de monitoramento não chega a 1% do valor ($dinheiro$) que esses medicamentos têm. Sendo mais práticos: não tem dinheiro no mundo que pague, citando apenas alguns exemplos, o valor (inestimável) de uma bolsa de sangue, de anos de pesquisas e estudos ou de amostras biológicas.

Com isso, acreditamos que já te demos argumentos suficientes para que a seguinte reflexão seja: um olhar puramente financeiro – isso sem falar de todos os outros danos que podem ocorrer quando há perda deste tipo de medicamento – deve se sobrepor ao valor do bem-estar e da vida de um paciente?! Pense nisso.


Viu como o uso de ferramentas e métodos de gestão de monitoramento (que não sejam manuais) são importantes para evitar o desperdício e otimizar o trabalho de sua equipe, ou até mesmo de sua empresa? 🙂 Divide com a gente as suas impressões sobre esse artigo e sobre os métodos adotados por sua instituição de saúde. E caso queira saber mais sobre os nosso serviços, é só clicar aqui.


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