Motivos pelos quais o seu Monitoramento de Temperatura não está funcionando - Sensorweb

Solução Prática para o Monitoramento de Temperatura

Motivos pelos quais o seu Monitoramento de Temperatura não está funcionando

Motivos pelos quais o seu Monitoramento de Temperatura não está funcionando

Por Sensorweb em 11/05/2017.

Até aqui, já conversamos um pouquinho sobre Monitoramento de Temperatura. Se você não lembra, a gente refresca sua memória: já oferecemos um resumão, super prático e objetivo, sobre o que é e para o que serve, de fato, o Monitoramento de Temperatura, e também mostramos o porque ele é tão fundamental na área de saúde.

Pois bem. Atentos à importância do Monitoramento de Temperatura na área da saúde, achamos relevante nos aprofundarmos ainda mais no assunto, levantando outras – e não menos relevantes – questões.

Se o Monitoramento de Temperatura é uma realidade dentro da instituição de saúde da qual você faz parte, podemos apostar (baseados em nossa experiência do dia a dia) que em algum momento a eficácia do sistema adotado – seja ele qual for – foi questionada. Ou, pelo menos, o quanto ele poderia ser menos instável e mais exato.

Existem diversos motivos pelos quais o seu Monitoramento de Temperatura não está funcionando tão bem quanto a sua equipe gostaria (e merece). E nós, da Sensorweb, estamos aqui para oferecer ferramentas reais para mudar esse cenário: vamos te mostrar quais são esses motivos e de que maneira você pode contornar as falhas, tornando seu sistema mais eficaz. Definitivamente.

guia boas práticas na medição de temperatura

Morte súbita

Você pode até duvidar, mas uma temperatura mal monitorada pode (sim!) acabar com o seu negócio. Seja armazenados em estoque, dispostos em refrigeradores, acondicionados em caixas térmicas ou expostos em prateleiras, os produtos e insumos biológicos ou termossensíveis precisam ter suas temperaturas medidas e registradas de acordo com diferentes normas e recomendações tanto da ANVISA quanto de outros órgãos competentes.

E caso esse processo de monitoramento não seja bem estruturado, podem ocorrer muitas falhas – tanto humanas quanto de equipamento -, gerando não apenas perdas financeiras inestimáveis, mas também impactos negativos (e muitas vezes sem volta) na saúde de pacientes que dependem dos medicamentos sensíveis à variação de temperatura armazenados.

Por isso, não custa reforçar: não economize dinheiro ou esforços quando o assunto é uma cadeia do frio “saudável”. As perdas e danos, tanto para o seu negócio, quanto para quem depende diretamente dele, podem ser irreparáveis.

Admirável Mundo Novo

Monitorar temperaturas de forma manual, com o auxílio de planilhas e termômetros digitais, ainda é uma prática muito comum em diversas instituições. Tal método, porém, apresenta diversas fragilidades, prejudicando a eficácia do processo e sua rastreabilidade.

O registro manual de temperaturas exige muito tempo, trabalho e mão de obra para verificar individualmente os termômetros e transcrever as medições. Vale lembrar que, conforme a legislação vigente, o período para tais registros é diferente conforme o tipo de ambiente. Durante a madrugada, feriados, ou finais de semana, por exemplos, existem negócios que não podem (nem devem, por uma questão, no mínimo, de segurança) abrir mão de um sistema eficaz de monitoramento.

Observe como nesses casos, então, a perda (em todos os sentidos) é bastante significativa! Se abra para o novo e use seu tempo atividades menos repetitivas e operacionais, deixando o monitoramento de temperatura para equipamentos especialmente pensados e projetados para desempenhar tal função da melhor e mais eficaz maneira possível.

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Alerta vermelho!

Uma coisa é fato: o processo de verificação presencial e rondas com anotações manuais não é em tempo real. Ou seja: durante os intervalos (em alguns casos, as rondas acontecem de 8 em 8 horas), podem haver problemas críticos – e muitas vezes irreversíveis.

Quando a única forma de se fazer esse acompanhamento é por meio de termômetros e registros em planilhas impressas, o “sufoco” só será percebido depois de algumas horas, quando pode ser tarde demais: os materiais de valor inestimável que deveriam estar conservados, podem estar comprometidos, levando a uma enorme prejuízo – isso para dizer o mínimo.

Ah! Como estamos aqui para te ajudar e sempre te falar a verdade, não podemos deixar de te dizer que a coisa pode ser pior quando a temperatura sai da faixa adequada, seja por uma queda de energia ou instabilidade do equipamento de armazenamento – o que pode acontecer, por exemplo, quando alguém esquece sua porta entreaberta. Nesse casos, de rondas com intervalos, a falhas podem não ser identificadas, causando alterações definitivas no material estocado.

Triste realidade

Não tem jeito: as falhas humanas são reais e podem acontecer com qualquer um, por mais experiente e atenciosa que a pessoa seja. Quando o assunto é preencher uma planilha de monitoramento, então, as falhas podem ser mais simples do que a gente imagina. Porém, causam perdas e danos irreversíveis.

Por ser um processo operacional e massante, erros de transcrição, troca de números e sequências, aquela letra que você não consegue entender de jeito nenhum ou esquecimento são alguns dos problemas que, infelizmente, geram registros de baixa confiabilidade e ainda fazem parte da (indesejada) realidade de algumas empresas de saúde.

Pensando que estamos lidando com materiais de valor inestimável, como sangue, medicamentos, insumos biológicos e vacinas, tem certeza que você ainda acha que o registro manual é a forma mais barata e eficaz de monitorar a temperatura da sua instituição?!

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O barato sai caro

Hoje, pelo menos uma coisa a gente conseguiu te provar: o registro e controle manual de temperaturas é um barato que sai caro.

As perdas ocasionadas por falhas – ou até mesmo pela falta de uma sistema que ande de mãos dadas com a tecnologia nas nuvens, com a Internet das Coisas – podem ser de valores gigantescos, principalmente quando estamos falando de insumos de pesquisas científicas, farmácias oncológicas, bancos de sangue ou grandes lotes de alimentos.

Diante desse cenário, não temos outra recomendação: você deve estudar (o mais rápido possível!) outros meios, mais seguros, eficazes e confiáveis na prevenção de perdas – menos suscetíveis a erros, claro – para realizar esse controle. A saúde da sua empresa agradece!

O barato pode sair caro! Acho que te demos motivos mais do que suficientes para rever agora mesmo o seu sistema de monitoramento e registro de temperatura, né?! 🙂 Concorda com a gente?! Tem alguma sugestão?! Não deixe de dividir as suas impressões sobre esse artigo e sobre os métodos adotados por sua instituição de saúde. E caso queira saber mais sobre os nosso serviços, é só clicar aqui.


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