9 dicas para escolher seu sistema de monitoramento contínuo (Parte 2) - Sensorweb

Solução Prática para o Monitoramento de Temperatura

9 dicas para escolher seu sistema de monitoramento contínuo (Parte 2)

9 dicas para escolher seu sistema de monitoramento contínuo (Parte 2)

Por Sensorweb em 26/02/2015.

Na primeira parte dessa séries de textos, nós abordamos a necessidade de se ter um ambiente monitorado e controlado termicamente de forma eficaz. Além disso, conhecemos fatos sobre a origem do monitoramento e acompanhamos a sua escalada evolutiva. Por fim, abordamos o CMS. Em português, a sigla quer dizer algo como sistema de monitoramento contínuo – uma forma mais eficaz e que previne boa parte das dores de cabeça de quem precisa manter um ambiente com temperatura constante. Se você perdeu a primeira parte desse texto, basta acessar o link para ficar por dentro do que conversamos anteriormente.

Mas não basta adquirir um CMS de forma aleatória. Para tirar o maior proveito do seu dispositivo, é preciso conhecer seus atributos. Por isso, disponibilizamos 9 dicas que vão cobrir todo o conceito de CMS, possibilitando a escolha do dispositivo mais indicado para o seu negócio.

#Dica 1 – Interface

Antes de comprar o seu CMS, é preciso saber se a interface de interação com o usuário é de fácil compreensão.

O conceito de interface abrange todos os meios disponibilizados para interação com o usuário, permitindo que este emita ordens ou colete informações, tudo feito por meio de menus e botões que devem ser o mais dedutíveis possível. Uma interface mal planejada pode influenciar de forma negativa no desempenho produtivo do seu grupo de funcionários. Os sistemas mais recentes possuem interfaces que se moldam adaptáveis às dimensões dos atuas smartphones e tablets.

#Dica 2 – Aplicação Web X Software

Alguns fabricantes de CMS apostam suas fichas na utilização de softwares para realizar a interação do dispositivo com o usuário, já outros acreditam que as aplicações web (que dão acesso à interface via navegadores) sejam mais vantajosas. De fato, no atual cenário, a facilidade de conexão e acesso a internet tornam as aplicações web mais vantajosas, uma vez que permitem a entrada no sistema de pessoas autorizadas de qualquer local, bastando para isso possuir um navegador compatível e uma conexão de internet.

Softwares podem até oferecer mais recursos, mas perdem em mobilidade, pois precisam estar instalados em cada dispositivo que irá manipular as informações do CMS. Muitas vezes, a compatibilidade de sistemas operacionais ou das versões de um mesmo sistema impossibilitam a instalação ou causam problemas pontuais.

#Dica 3 – Quanto mais versátil, melhor

Para que seu investimento seja bem aproveitado é preciso escolher um dispositivo que seja ao mesmo tempo adequado ao seu empreendimento como também receptivo a expansões ou retrações da área de cobertura. Além do mais, um CMS excelente deve possibilitar o fácil deslocamento e a rápida adaptação a outros ambientes controlados. Esse detalhe certamente fará o seu investimento valer a pena.

#Dica 4 –  Alarmes personalizáveis

Procure por sistemas que possuem um gerenciamento de alarmes que possa receber personalizações. Busque também pelo sistema com mais métodos de alarme (luzes, sons, mensagens) e que sejam abrangentes aos mais variados casos e situações.

#Dica 5 – Relatórios

É preciso definir, de forma prévia, quais informações o seu empreendimento necessitará nos relatórios. Sair a caça de um CMS sem saber o que se deseja alcançar é um dos principais motivos que leva ao desperdício de capital e ao não aproveitamento máximo dos recursos do dispositivo. Novamente, opte por modelos que formatem relatórios personalizáveis. Isso permitirá que sua empresa se enquadre em normas e regimentos específicos existentes ou que venham a vigorar.

#Dica 6 – Conformidade regulatória

Saiba que um CMS de qualidade deve lhe instruir a respeito dos requisitos regulamentares existentes e, acima de tudo, o sistema deve ser validado. Essa validação é feita por meio de protocolos e pode ser aplicada por qualquer pessoa que possua experiência no assunto. No entanto, alguns desafios podem ser enfrentados. Por exemplo, realizar uma alteração em um CMS pode acabar saindo muito mais caro do que o valor original do dispositivo. Por isso, cheque a capacidade de garantir armazenamento das informações, de fornecer meios para que auditorias sejam realizadas e de fornecer assinaturas digitais.

#Dica – 7 Armazenamento de dados

Embora a responsabilidade esteja mais ligada ao setor de TI da sua empresa, garantir que o seu dispositivo possua um sistema de gravação de dados a prova de falhas é essencial para o seu negócio. A prova de falhas nesse caso, diz respeito a dispositivos que continuam a gravação das informações em suas bases de análise mesmo quando a comunicação com a central não esteja disponível, realizando a transmissão da informação quando a central estiver restabelecida novamente.

#Dica 8 – Sistemas amigáveis e abertos

Um sistema fechado que proteja questões de propriedade pode criar diversos problemas de suporte, o que exige a utilização de profissionais qualificados para atender aos imprevistos de determinado dispositivo, aumentando dessa forma os gastos. Prefira sistema que aborde a questão de propriedade intelectual de forma mais branda e que possa ter seus problemas internos resolvidos por um profissional genérico.

#Dica 9 – O CMS é a melhor escolha

Em instalações prediais, é comum ter um conjunto de dispositivos de análise. No entanto, CMS evoluíram tanto que sua utilização garante uma segurança a mais na integridade dos dispositivos de captura, análise e emissão de alertas de erros.

Seguindo essas dicas, você não somente economizará na escolha do seu CMS, como também estará adquirindo o dispositivo mais adequado para o seu uso. Mas não pense que acabou, existem outras questões que envolvem a aquisição de um CMS. Por isso, não perca a terceira parte desse texto! Nela, você aprenderá os aspectos globais a serem levados em conta na hora de adquirir o seu CMS.

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